Feito para motoristas que gostam de atalhar caminho

Quando a lama ou a areia invadiram a estrada, a única forma de evitar problemas é continuar a avançar. É neste aspecto que o eixo dianteiro motriz altamente controlável do Volvo FMX é difícil de bater. E é ainda mais difícil de bater agora que foi completamente redesenhado para aumentar a distância ao solo e proporcionar ao camião um verdadeiro ângulo de aproximação fora de estrada.

Custa a acreditar que o gestor do segmento de construção com a sua camisola branca limpa acabou de sair de um banho de lama no Brasil. Até começar a falar do novo 8×6 e do novo design do eixo dianteiro.

Botão normalmente conhecido como SOS!

“O 8×6 está disponível há algum tempo, mas agora faz parte da nossa oferta de série, o que significa tempos de entrega mais curtos para os clientes. Em rigor, trata-se de um camião com tracção a seis rodas e um eixo adicional para maior capacidade de carga. Mas, com o novo eixo dianteiro, está a tornar-se num veículo muito útil em condições extremas – tal como o 6×6 e o 4×4”, diz Jonas Odermalm.

Declives mais inclinados e valas mais profundas

O eixo motriz dianteiro foi reposicionado 100 milímetros mais para a frente. Isso permite ao camião ter um ângulo de aproximação muito melhor, mas também significa que pode ser combinado com toda a gama de componentes de chassis e motores. Da coroa e pinhão aos rolamentos, o eixo é completamente novo. O design torna-o mais forte, mais uniforme e proporciona uma melhor distância ao solo.

“Anteriormente, a parte mais baixa era a barra paralela, mas esta foi integrada atrás da barra do eixo. Agora, o ponto mais baixo do veículo é a resistente bainha do eixo. Quando completamente carregado, o camião tem uma distância ao solo significativamente melhor. Juntamente com o novo ângulo de aproximação, isso faz com que seja muito versátil em terrenos irregulares”, explica Jonas Odermalm.

Consumo de combustível mais baixo

Ainda que a tracção integral seja a solução comum para camiões do sector da construção, a Volvo prefere permitir que o motorista a active – como e quando necessário. Jonas Odermalm recorda a pesquisa feita no deserto: “Apenas é necessária entre dois a cinco por cento do tempo. Isso significa que 95 por cento do tempo a Tracção Integral é um desperdício de combustível – excepto se for um FMX e o motorista conseguir escolher quando a aplicar.”

Roda livre

Com um interruptor no painel de instrumentos, o motorista pode reverter para a tracção às rodas traseiras quando as condições o permitirem. Isso significa uma transferência directa entre o motor e o eixo traseiro motriz, pelo que as outras rodas rodam livremente – e consomem menos combustível. Além disso, o desgaste do eixo dianteiro é menor.

Mobilidade do Volvo FMX

Em condições extremas

Nos camiões com tracção a seis rodas, a primeira coisa necessária é um bloqueio do diferencial entre eixos – bloqueando diagonalmente duas das rodas motrizes traseiras do bogie. De acordo com Jonas Odermalm, isso é suficiente em muitas situações. “Se as coisas começarem a ficar muito escorregadias, activa-se o eixo motriz dianteiro. Isso permite resolver a maioria das situações – e estamos a começar a ter uma mobilidade extrema.”

“E depois temos o que é normalmente conhecido como o botão SOS! Premir este botão bloqueia o diferencial, tornando muito difícil conduzir o veículo – mas permitindo regressar a terra firme.”

Jonas Odermalm

Ligado/desligado

Quando inquirido quanto à atracção por este tipo de mobilidade, Jonas Odermalm é rápido a responder. “Deixamos o motorista determinar quando são necessários mais eixos. Acho que isso é do agrado dos motoristas de todos os tipos de veículos: veículos de assistência 4×4 para manutenção de estradas, camiões basculantes 6×6 que trabalham em oleodutos no deserto e camiões 8×6 em pedreiras."

E acrescenta, “Claro está, não seria tão atractivo sem a nossa reputação de durabilidade e fiabilidade.”

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